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julio 1st, 2017Artículos, Número 5admin 0 Comments
A contraviolência como estética glauberiana

A contraviolência como estética glauberiana

Vinícius Bandera

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Pós-Doutor em História Social (Brasil, USP). Doutor em Sociologia (Brasil, UFRJ). Mestre em Ciência Política (Brasil, UNICAMP). Professor da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.

Resumen

Neste artigo, analisaremos o filme Deus e o Diabo na terra do sol por um viés marxista por entendermos que Glauber Rocha teve o marxismo como guia privilegiado ao escrever e dirigir essa obra cinematográfica, que também apresenta outras influências, como mostraremos, e pode ser analisada segundo outras bases teóricas. Há neste filme uma premeditação de Glauber em conduzir a narrativa por um processo revolucionário cultural de tomada de consciência crítica por parte dos espectadores através de três fases dialéticas: tese, antítese e síntese.

Palabras clave
Cinema político, marxismo, revolução cultural, Glauber Rocha, estética da contraviolência.

Abstract

In this paper, we will analyze the movie Deus e o Diabo na terra do sol through a marxist bias by understanding that Glauber Rocha had the marxism as privileged guide to write and direct that cinematographic work that has another influences and can be analyzed according another theoretical bases. There is in this film a forethought of Glauber in driving the narrative by a revolutionary process of critical awareness on the part of viewers through three dialectical phases: thesis, antithesis and synthesis.

Keywords
Political movie, marxism, cultural revolution, Glauber Rocha, counterviolence esthetic.

 

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