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junio 10th, 2018Artículos, Sin categoríaadmin 0 Comments
O uso da montagem figurativa em “Redes”

O uso da montagem figurativa em “Redes”

Anderson Montagner Martins

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Possui graduação em História pela Universidade Estadual do Norte do Paraná, UENP (2013). Atualmente é mestrando pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Câmpus de Assis, com pesquisa financiada pelo CNPq intitulada “Cultura e política no México revolucionário: uma análise do filme Redes (1936)”.

Resumo

O objetivo do presente artigo é analisar o uso da montagem figurativa no filme Redes (1936), que propõe expor uma ideia através do choque entre imagens diferentes. O filme é resultado de um projeto cinematográfico encabeçado pela Secretaría de Educación Pública (SEP) do México na década de 1930. A principal figura envolvida na concepção de Redes foi o fotógrafo estadunidense Paul Strand, diretor de fotografia e responsável pela produção do longa-metragem, cuja participação no projeto modificou os objetivos iniciais da SEP. O resultado final não é apenas um filme educativo, mas também uma obra pessoal de Strand, com suas pretensões estéticas.

Palavras-chave
SEP, política cultural, cinema educativo, montagem figurativa, Paul Strand.

Abstract

The objective of this article is analyze the use of the figurative montage in Redes (1936), that propose to expose an idea through collision between different images. The film is the result of a film project headed by Mexico’s Secretaría de Educación Pública (SEP) in the 1930s. The main figure involved in the making of Redes was the American photographer Paul Strand, director of photography and responsible for the production of the film, whose participation in the project modified SEP’s initial objectives. The end result is not only an educational film, but also a personal work of Strand, with its aesthetic pretensions.

Keywords
SEP, cultural policy, educational film, figurative montage, Paul Strand.